segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Furacão rebaixa Grêmio Prudente e volta ao G4 do Brasileirão

Com muito sofrimento, como se tornou de praxe, o Atlético Paranaense voltou ao G-4 do Campeonato Brasileiro, jogando na Arena da Baixada, ao bater o lanterna Grêmio Prudente, que jogou boa parte dos 90 minutos com um a menos, por 2 a 1. Com o resultado, o Rubro-Negro fica com a quarta colocação, com 56 pontos, mais próximo da Libertadores. Os paulistas estão matematicamente rebaixados.

Depois de um início de jogo marcado pela forte marcação, o Furacão conseguiu abrir o placar em cobrança de pênalti de Paulo Baier, aos 21 minutos do primeiro tempo. O time visitante soube aproveitar vacilo da zaga para empatar aos 31 minutos, com William. Quando a igualdade parecia definida, o maestro rubro-negro, aos 47 minutos, desviou de cabeça para definir o resultado.

Na próxima rodada, o Atlético Paranaense vai a Porto Alegre, onde no sábado encara o Grêmio, em um confronto direto no Estádio Olímpico. Já o Grêmio Prudente, para cumprir tabela, encara o Ceará, no mesmo dia, no Estádio Eduardo José Farah, no interior paulista.

Fonte - Site da Placar.

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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Mahara Oliveira, a Musa do Furacão em 2009.

Com o Atlético Paranaense em alta no Brasileirão nada melhor que mostrar a musa do Furacão em 2009.



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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Dunga convocou dois paranaenses para a Seleção.

Nilmar (Bandeirantes) e Kléberson (Uraí) são os dois craques paranaenses convocados por Dunga nesta terça-feira. Não custa lembrar que Kléberson já foi campeão do mundo com a Seleçao quando ainda jogava no Furacão e Nilmar tambem foi campeão mundial jogando pelo Internacional de Porto Alegre, portanto, dois craques que não precisam provar nada para ninguem e certamente estarão na Copa da Africa.

Alexandre Pato é outro que tambem tem grandes chances de ser convocado até a Copa.













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sábado, 5 de setembro de 2009

Boris Musialowski, sua história será marcada para sempre no jornalismo paranaense.

Já estava na minha lista um post sobre o grande jornalista Boris Musialowski. Infelizmente não houve tempo de publicar antes de seu falecimento que ocorreu em 03 de 09 de 2009, aos 71 anos de idade.
Formado na Rádio Clube Paranaense, nos anos 50, ele participou de programas de humor, shows de auditórios e se destacou no radio esportivo. Boris marcou época nos anos 70/80 em vários programas esportivos de rádio e televisão. Ao lado de Dirceu Graeser e Luiz Carlos Cavalcanti, também já falecidos, integrava um dos programas pioneiros na TV Paranaense (RPC TV), o “Viva a Bola”.

Um de seus maiores companheiros de profissão foi o jornalista e ex-presidente do Paraná Club, José Domingos Borges Teixeira. Reproduzirei abaixo o texto que José Domingos escreveu em seu blog, sobre Bóris Musialowski, no texto poderemos conhecer um pouco mais sobre essa grande personalidade paranaense, pelas palavras de alguem que conviveu com ele:

MORTE DE UM COMPANHEIRO ESPECIAL BORIS MUSIALOWSKI

por Zé Domingos
Final de tarde, começo da noite de 5ª. Feira (03) estou em casa escrevendo em torno do excelente músico (sax alto) Ari Lunardon, quando o celular sinaliza e ao atender recebo a informação do companheiro José Maria Pizarro, de que o Carneiro Neto, lhe avisara sobre o falecimento de Boris Musialowski. Confesso que a notícia me abateu, pois o Boris, faz parte importante da minha vida como radialista.

Foi com ele que nos distantes idos de março de 1.957, participei pela primeira vez de um programa na Rádio Clube Paranaense, a então famosa B-2, que funcionava na rua Barão do Rio Branco. O programa apresentado às 11 horas e 45 minutos era chamado “Sua Excelência o Esporte” e durava 15 minutos. Antes de participar deste programa na noite anterior indicado pelo Moacir Amaral, então diretor comercial, que atendera uma solicitação de seu amigo João Dário Teixeira (papai) que dizia que tinha um filho que sonhava ser radialista e trabalhava em alto falantes, havia feito um teste com o sempre lembrado, Alfredo Otto e aprovado pelo Machado Neto, então diretor da equipe esportiva da Rádio Clube Paranaense, fui convidado a estar na rádio na manhã seguinte para participar de um programa com o Boris Musialowski, a quem fui apresentado na noite em que fiz o teste. Na manhã seguinte lá estava até mesmo antes das 11 horas, todo ansioso aguardando o momento, quando chegou o Boris e me orientou como era o programa e o fizemos juntos.

Depois de apresentar dois dias o programa junto com o Boris, que me colocou a vontade, me deu força e estimulo, o Machado, me chamou e perguntou se poderia substituir o Boris, em suas férias, cheio de felicidade respondi positivamente. Fiquei no lugar do Boris e depois ao mesmo tempo também cobri as férias do Martins Rebelato, também já falecido fazendo o programa esportivo das 18 horas e 30 minutos.

Desde que cheguei na B- 2, o Boris, sempre se mostrou companheiro, bom colega e isto era regra com todo o pessoal. Era alegre, brincalhão, descontraído e um radialista completo com paixão maior pelo rádio esportivo. Era um dos narradores da equipe esportiva, que tinha ainda Martins Rebelato, Osmar de Queiroz, Mário Vendramel, mais tarde vieram Augusto Reis, Norberto Trevisan, Durval Monteiro, Dias Lopes, Airton Cordeiro, Aloar Ribeiro, Marcos Aurélio de Castro, Borba Filho, João Pedro Correia (Jota Pedro) Willy Gonzer e outros. Boris, começou garotão na B- 2 e ali permaneceu anos, destacando-se também como rádio ator, humorista, apresentador de programas, repórter, participante de programas de auditório, locutor comercial, enfim fez de tudo um pouco e por isto reafirmo era um radialista completo e foi um prazer enorme tê-lo como colega. Torcia pelo Coritiba, mas o fazia discretamente, não era daqueles fanáticos, aliás muito comedido. Era de Castro, cidade que passei boa parte da infância.

Ali na B- 2, o Boris, conheceu a Jaci, secretária do Martins Rebelato, numa agencia de publicidade que tinha escritório anexo a rádio e com ela se casou e viveu durante vários anos. Para ele foi um baque grande quando a grande companheira Jaci, faleceu. Continuou a vida, como funcionário do Tribunal de Contas, onde se aposentou e como homem de comunicação, inclusive durante algum tempo esteve na Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura de Curitiba, como contratado. Também participou de programas de televisão especialmente ao lado de Luiz Carlos Cavalcanti, falecido há alguns anos. Também esteve em programas com Dirceu Graezer, igualmente falecido. Era um apaixonado pelo que fazia e por isto mesmo um ótimo profissional. O Boris, deixa saudades. O seu corpo velado na capela da Luz e o sepultamento ás 15 horas e 30 minutos, da sexta feira (04) no Cemitério Municipal. Boris, faleceu aos 73 anos por falência múltipla dos órgãos. Estava internado há mais de 260 dias num hospital de nossa cidade. Estão de luto o rádio esportivo e o futebol paranaense.

José Domingos Borges Teixeira

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Raul Plassmann - Craque com as mãos e com as palavras.

Raul Plassmann, jogador de futebol como goleiro e atualmente comentarista de rádio e televisão, nasceu em Antonina no dia 27/09/1944.


Principais equipes: Atlético Paranaense - começo de carreira - Coritiba - profissional. Depois, São Paulo (65), Nacional (65), Cruzeiro (66 a 78) e Flamengo (78 a 83).

Principais Títulos: Mundial Interclubes (81), Taça Libertadores da América (76 e 81), Campeonato Brasileiro (80, 82 e 83), Taça Brasil (66), Campeonato Carioca (78, 79, 79 especial e 81) e Campeonato Mineiro (66, 67, 68, 69, 72, 73, 74, 75 e 77).



Outros Prêmios: Taça Minas Gerais (73) pelo Cruzeiro.

História

Raul Guilherme Plassmann foi um goleiro que marcou época no futebol brasileiro. Ele fez parte de dois dos maiores times da história do Brasil e do mundo: o Cruzeiro das décadas de 60 e 70 e o Flamengo dos anos 80. Pode se dizer que ele foi um predestinado, pois estava na hora certa no lugar certo e sempre foi um dos pontos de segurança das duas equipes.

Raul começou no São Paulo sem grande destaque. Inclusive na sua estréia como Profissional, num clássico contra o Palmeiras, em 1965, o tricolor foi derrotado por 5 a 0. Mas o destino estava ao seu lado e logo o levaria para Belo Horizonte. O presidente do Cruzeiro, Felício Brand, estava à procura de um goleiro para a reserva de Tonho e conversou com o colega são-paulino Vicente Feola, que disse que tinha um garoto que poderia seguir no dia seguinte para a Raposa.

O jovem guarda-metas chegou ao Barro Preto sem qualquer festa, apenas para compor o elenco. Com muita competência e uma ótima colocação, além de saber acionar um contra-ataque como poucos, ele foi ganhando espaço e não saiu mais do time celeste. Foram nove títulos mineiros em doze anos de clube. Mesmo com seu jeito calmo, Raul fazia sucesso com o público feminino e também entre os homens, que reconheciam a sua importância com defesas seguras em um time que contava com Tostão, Dirceu Lopes, Piazza e Nelinho.

A sua principal conquista no Cruzeiro aconteceu em 1976, quando a equipe mineira levantou a Taça Libertadores da América, que, até então só tinha sido conquistada por uma equipe brasileira: o Santos de Pelé. Como acontece sempre na competição sul-americana foi uma campanha sofrida até a final contra o River Plate, da Argentina, em três partidas. Depois disso, aquela geração fantástica do Cruzeiro foi parando e o time sendo desmontado. Raul chegou a pensar em voltar para o Paraná e se aposentar, mas foi convencido pelo técnico Cláudio Coutinho a vir para o Flamengo em 1978 ser a voz da experiência em um time jovem formado por Zico, Júnior, Leandro e cia.

Os títulos foram se sucedendo com o tricampeonato estadual logo de cara em 78 e 79. Não demorou muito para Raul se tornar ídolo da torcida rubro-negra. Mesmo não sendo um goleiro que dava espetáculo, era muito inteligente, disciplinado e eficiente. Com muito equilíbrio emocional, ele comandava a defesa e mostrava uma boa saída da área, característica que faltava à maioria dos goleiros da época.

Jogando com extrema competência, Raul ainda garantiu mais três títulos brasileiros e venceu a sua segunda Taça Libertadores em 81 em outra final em três partidas contra o Cobreloa, do Chile. No Mundial Interclubes, o goleiro não foi vazado pelos ingleses do Liverpool e contando com o talento no ataque de Zico, Adílio e Nunes, juntou mais um troféu para a sua grande coleção.

Raul também tinha a sinceridade como ponto forte, apontava falhas de sua equipe em entrevistas e dizem que, por falar demais, foi preterido na seleção brasileira de 82. Em certa oportunidade, ele admitiu: “prefiro treinar pouco e jogar muito”. Para Telê Santana, foi o suficiente para não convocá-lo para o time de estrelas do Brasil. Raul admitiu em sua despedida que não disputar uma Copa do Mundo foi a maior tristeza da sua carreira.

Depois da aposentadoria nos gramados, Raul se destacou como comentarista esportivo tanto na TV Globo quanto no SporTV. Ele chegou a tentar a carreira de treinador. Em 2003, foi auxiliar de Marinho Peres no Juventude e, depois da saída do técnico, assumiu o cargo, mas deixou o clube gaúcho antes do fim da temporada. Em 2004, Raul trabalhou como dirigente e técnico no Londrina, mas acabou voltando a ser comentarista na Rede Record e na Rádio CBN/Curitiba. Em janeiro de 2005, o ex-goleiro aceitou o convite do prefeito eleito de Curitiba, Beto Richa, para ser secretário municipal de esportes.

Curiosidades

Raul acabou com o marasmo das camisas de goleiro, que até então variavam apenas entre pretas, cinzas ou brancas, mas foi por acaso. Num clássico entre Cruzeiro e Atlético, na década de 60, ele entrou em campo com uma camisa de passeio, um blusão - emprestado - de gola rolê do lateral Neco, pois a camisa oficial de goleiro não coube. Foi um espanto geral no Mineirão. Ele fechou o gol e começou a escrever seu nome na história do futebol. Ele conta isso em HISTÓRIAS DO RAUL, neste site.

O goleiro passou a adotar a camisa amarela e ressaltava sempre que ela tinha um poder hipnotizador sobre os atacantes, que chutavam sempre na direção em que ele estava posicionado.

Na época, as torcidas organizadas do Cruzeiro acrescentaram o amarelo ao azul e branco de suas bandeiras e isso é mantido até os dias de hoje.

No Flamengo, Raul tinha o apelido de “Velho”, pela idade e seu jeitão de falar com os companheiros.

Em sua despedida, em 20 de dezembro de 83, num amistoso entre o Flamengo e a Seleção dos Amigos do Raul, formada por vários craques da época, aos 38 anos, o goleiro vestiu a camisa amarela pela última vez. Ao sair de campo, Raul a tirou e devolveu ao mesmo Neco.

Ao encerrar a carreira, Raul se tornou comentarista esportivo, mas a sua paixão era contar histórias da época de jogador. Quando trabalhou no SporTV formava-se uma rodinha em volta do ex-jogador para ouvir os ‘causos’. O jornalista Renato Nogueira teve a idéia de publicar algumas delas no livro “Raul Plassman – Histórias de um Goleiro”, publicado pela editora DBA.

Fonte:
Site oficial

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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Sicupira, craque do campo e do microfone

Ele foi um verdadeiro craque com a bola nos pés, hoje é craque com o microfone nas mãos, comentarista da Rádio Banda B e da Tv Transamérica, Sicupira mostra que conhece tudo de futebol.

Nome: Barcímio Sicupira Júnior.

Nascimento: Lapa (PR), 10.05.1944
Posição: meio-campo
Clubes: Ferroviário, Botafogo, Botafogo-SP, Atlético e Corinthians.
No Atlético: 1968 a 1976. Campeão paranaense em 1970.

"O craque da 8". É assim que muitos atleticanos resumem a trajetória de Sicupira no rubro-negro. Como se ele houvesse sido o único jogador a ter vestido essa camisa. O eterno dono da camisa número 8. E não é por acaso. Em oito anos de Atlético, Sicupira marcou 154 gols, tornando-se o maior artilheiro da história do clube. A partir do momento em que vestiu as cores rubro-negras, deixou a sina de que o craque do time seria o dono da 8.

Barcímio Sicupira Júnior passou a infância dentro da Baixada, participando de torneios amadores promovidos pelo Atlético. Porém, por influência paterna, afastou-se do clube, iniciando a carreira profissional no Ferroviário. Em 64, foi jogar no Botafogo, no super-time que contava com estrelas como Garrincha, Didi, Zagalo e Nilton Santos. E, convivendo com tantos craques do futebol brasileiro, Sicupira foi logo aprendendo as lições e os atalhos para se consagrar como um dos maiores jogadores da história do Atlético.

Em 1966, transferiu-se para o Botafogo de Ribeirão Preto. Dois anos depois, um médico torcedor do Coritiba fez o convite para que ele voltasse para a capital paranaense. A proposta tentadora motivou o jogador. Mas, como o grupo coxa-branca estava muito envolvido com a disputa do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, não deu importância ao projeto de craque. Certamente, arrependeram-se anos depois...

Seu passe acabou sendo adquirido pelo atleticano Airton Araújo, que o doou para o clube. Com a camisa atleticana, Sicupira viveu a glória no esporte. Acostumado aos grandes times, manteve a tradição integrando a "seleção" montada por Jofre Cabral e Silva, ao lado de Djalma Santos, Bellini, Zé Roberto, Nilson, Dorval. Um timaço.

Logo em sua estréia no Atlético, deu o cartão de visitas para o torcedor, deixando a certeza de que ali nascia um dos maiores craques da história do clube. Era o dia 2 de setembro de 1968, num jogo contra o São Paulo, na Vila Capanema. Sicupira marcou, de bicicleta, o primeiro dos 154 gols que marcaria com a camisa atleticana, garantindo o empate por 1 a 1. E essa foi apenas a primeira pirotécnica protagonizada por ele, especialista em fazer jogadas que chamavam atenção da torcida: gols de voleio, peixinho, calcanhar, bicicleta, sem-pulo, virada, de cabeça, perna direita, esquerda... Tudo parecia muito simples quando caía em seus pés.

Apesar dos muitos gols que marcou pelo Atlético, Sicupira conquistou apenas um título pelo clube, o Paranaense de 1970, quando marcou 20 gols e foi o artilheiro da competição. Em 72, repetiu a dose, marcando 29 gols e sagrando-se o principal goleador do Estado.

Naquele mesmo ano , o Atlético decidiu emprestar os gols do craque ao Corinthians, para a disputa do Campeonato Brasileiro. Retornou ao Furacão, onde encerrou a carreira em dezembro de 75. Depois que pendurou as chuteiras, decidiu exercer a profissão de professor de educação física. Em 78, teve uma meteórica passagem como treinador do Atlético, mas preferiu seguir a carreira de comentarista esportivo.

Por causa da profissão de cronista, Sicupira vive uma relação distante, apesar de muito próximo, do clube. Preferiu adotar a postura da imparcialidade do que a do comentarista-torcedor. Em 2003, foi homenageado pelo clube com o "Projeto Sicupira", que leva para diferentes regiões do Estado escolinhas de futebol para colher futuros craques atleticanos. Se as estrelas lapidadas seguirem os passos do padrinho do programa, certamente o futuro do Atlético será reservado por belas jogadas e gols espetaculares.

Sicupira foi eleito para integrar a seleçao dos 80 Anos do Atlético.

Fonte: furacao.com


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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Alexandre Pato - The Duck do Paraná

Hoje, a Bozena do programa Toma lá da cá é a "personalidade" pato-branquense mais falada no Brasil, mas o representante de Pato Branco mais famoso no mundo se chama Alexandre Pato, jovem jogador que apareceu para o mundo jogando no Internacional de Porto Alegre e logo se transferiu para o exterior, sendo hoje, sem dúvida alguma, um dos maiores nomes do futebol mundial.

Pato namora a gatíssima Stefany Brito (atriz global) e atualmente joga no Milan da Itália.

Biografia

Alexandre Rodrigues da Silva, mais conhecido como Alexandre Pato nasceu no dia 2 de Setembro de 1989 em Pato Branco, Brasil.

Pato apareceu para o futebol com a apenas 7 anos jogava futebol de salão. Aos 11 anos foi jogar para as camadas jovens do Internacional, onde fez toda a sua formação.

Com 16 anos foi a estrela do campeonato brasileiro sub20. Em Novembro de 2006 foi escolhido para fazer parte do plantel sénior do Internacional, na estreia deixou os adeptos com água na boca, pois necessitou apenas de 1 minuto para marcar o primeiro golo e mostrou dotes técnicos fantásticos.

No segundo jogo, Pato bateu o recorde de Pelé ao tornar-se no mais jovem jogador de sempre a marcar um golo em competições oficiais da FIFA, ao abrir o marcador no primeiro jogo do Mundial de Clubes que o Internacional levou de vencida.

Na selecção de sub20 é a estrela maior ao ser o goleador da equipa e sagrou-se Campeão Sul-Americano em 2007 e garantiu o apuramento para os Jogos Olímpicos.

Em 2007 Pato sagrou-se Campeão Sul-Americano marcando golos em todos os jogos em que participou, começou a despertar a cobiça de vários clubes Europeus.

No dia 28 de Agosto o A.C. Milão perde a cabeça e gasta 20 milhões de euros na contratação de Pato, o que torna a terceira maior de sempre da história do futebol brasileiro, só superado por Denilson e Robinho.

Alexandre Pato e a namorada Stefany Brito


Fã site em inglês: www.patohome.com

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Keirrison de Souza Carneiro

Estreamos a Seção "Bicho Adotado" com o jogador Keirrison, essa é para aqueles que não nasceram no Paraná, mas fizeram sucesso em terras paranaenses e foram "adotados" pelo Estado.

Nome completo: Keirrison de Souza Carneiro
Posição: Atacante
Data de nascimento: 03/12/88
Local de nascimento: Dourados (MS)
Altura: 1.84 m
Peso: 75 kg
Chuteira: 42
Clubes em que já jogou: CENE
Personalidade no futebol: Washington
Personalidade fora do futebol: Marquinhos

HISTÓRICO:
Keirrison, nasceu em Dourados no MS e ainda jovem aos 12 anos ingressou nas escolhinhas de futebol do maior clube do MS. Com a assistência técnica que precisava para demostrar seu futebol dentro dos gramados Keirrison ganhou destaque nas categorias de base do CENE tornando-se artilheiro em todas as competições que atuou.
Dezenas de olheiros em todo o Brasil logo ficaram sabendo de suas qualidades e voltaram a sua atenção para o CENE e especialmente para Keirrison, a maior revelação do clube desde sua criação em 1996.
Aos 16 anos ingressou no time principal e logo após em uma parceria com a Massa Sports foi levado a um grande centro do futebol nacional para que possa se desenvolver ainda mais como atleta profissional.
Fonte: Massa Sports


Carreira

Em clubes

Keirrison foi promovido aos profissionais do Coritiba em 2006. Logo na sua primeira competição nacional, a Série B de 2007, Keirrison marcou 12 gols, sendo o artilheiro do seu time na competição[1]. Além disso, o Coritiba foi campeão do certame.

No início de 2008, foi noticiado o interesse do Palmeiras em contratar o jogador, através de uma parceira com a Traffic. A transferência, contudo, acabou não se concretizando à época.[2] No primeiro semestre de 2008, Keirrison foi campeão do Campeonato Paranaense. Também foi escolhido craque da competição, integrou a seleção do campeonato e foi o artilheiro do certame, com 18 gols[3]. Dia 3 de agosto de 2008, jogou sua centésima partida com a camisa do Coritiba contra o Santos na Vila Belmiro, marcando os 3 gols que deram a vitória de sua equipe contra o time paulista.[4] No dia 22 de novembro, Keirrison marcou quatro gols na vitória por 5 a 1 do Coritiba, novamente sobre o Santos.

Após um ótimo Campeonato Brasileiro, o que lhe rendeu diversos prêmios e a artilharia da competição, com 21 gols junto com Washington e Kléber Pereira, Keirrison se transferiu para o Palmeiras. A transação foi oficializada em 15 de janeiro de 2009[5]. Assim, 80% dos direitos federativos do atleta pertencem à empresa Traffic e 20% do Palmeiras.[6]

Em seu jogo de estreia com a camisa alviverde, Keirrison marcou dois gols na vitória do Palmeiras sobre o Mogi Mirim por 3 a 0.

Na Seleção

Keirrison já foi convocado para a Seleção Brasileira Sub-23[7] em dezembro de 2007. Jogou um amistoso contra a Seleção do Brasileirão.

Títulos

Coritiba

* Campeonato Brasileiro de Futebol - Série B: 2007
* Campeonato Paranaense de Futebol: 2008

Prêmios

* Melhor Atacante do Campeonato Paranaense de Futebol: 2008
* Melhor Jogador do Campeonato Paranaense de Futebol: 2008
* Chuteira de Ouro Campeonato Paranaense de Futebol: 2008
* Trófeu Mesa Redonda: 2008
* 2008 - Bola de Prata (Placar) - Artilheiro do Campeonato Brasileiro 2008
* Chuteira de Ouro (Placar) 2008
* 2008 - Rei do Gol Brasileirão
* 2008 - Revelação do Brasileirão
* Prêmio Friedenreich: 2008

Artilharias

* Campeonato Paranaense de Futebol: 2008 (18 Gols)
* 2008 - Campeonato Brasileiro (21 Gols)
* Vice artilheiro da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2006 (8 gols)

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