sexta-feira, 7 de maio de 2010

NESTE DOMINGO DIA 09 A GLOBO VAI REPRISAR O ESPECIAL - O SEGREDO DA PRINCESA LILI - 1º TRABALHO DA ATRIZ POLLIANA ALEIXO NA REDE GLOBO.

O episódio conta a história da princesa Lili (Lívian Aragão) e suas aventuras ao lado de Didi (Renato Aragão), do contador de histórias Artur (Fúlvio Stefanini), da Rainha Sofia (Natália do Vale), do Rei Frederico (Gilbert Stein), da sua tia Yrvana (Daniela Escobar) e de seus primos Lucélia (Polliana Aleixo) e Leônidas (Eike Duarte).
O especial “O Segredo da Princesa Lili” tem texto de Renato Aragão, direção-geral de Marcus Figueiredo e direção de Paulo Aragão. O programa vai ao ar no domingo, dia 09, logo após “Esporte Espetacular”.

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terça-feira, 4 de maio de 2010

Adriana Birroli é a atriz Revelação de 2010

Adriana Birolli ganhou nesta segunda o 12º Prêmio Contigo de TV, como Atriz Revelação em 2010, pelo seu excelente trabalho na pele de Isabel em "Viver a Vida".
Esse é o primeiro trabalho de Adriana que já está na mira de outros autores globais. Mais um "Bicho" mostrando o talento paranaense para o mundo.

Entre os astros e estrelas presentes no evento outro "Bicho" que apareceu na festa de entrega do Prêmio Contigo de TV foi nosso Tony Ramos que está gravando a nova novela das 9, Passione.Fotos: Contigo

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sábado, 1 de maio de 2010

Simone Espoladore, o "Bicho" da Record

Não é só na Globo que nossos "Bichos" se destacam. Dois deles estão roubando a cena na novela Bela, a Feia, da Record. Licurgo Spinola no papel de pai da personagem Bela e a estonteante Simone Espoladore, vivendo a malvada e sarcástica Verônica.
Simone ja declarou estar adorando viver uma vilã no novela da Record, isso faz seu personagem se destacar já que só tinha tido papeis secundários em novelas anteriores como América e Esperança.

Simone Spoladore nasceu em Curitiba no dia 29 de outubro de 1978.

Estreou na televisão na minissérie Os Maias, baseada na obra de Eça de Queirós, e participou do elenco de América, telenovela de Glória Perez.. No cinema, tiveram destaques suas interpretações em Desmundo e Lavoura Arcaica. Atualmente faz a malvada Verônica da Novela Bela, A Feia na Rede Record.

Simone, assim como Guta Stresser e Letícia Sabatella, iniciou sua carreira no teatro curitibano, fazendo trabalhos em peças, como: Meno Male em 1995, dirigida por Sale Wolokita, e nos espetáculos Juventude, de Felipe Hirsc, e Onde Estiveste à Noite, de Edson Bueno. Ainda na capital paranaense iniciou trabalhos no cinema, como nos curtas-metragens: Que Fim Levou o Vampiro de Curitiba?, de 1996, com direção de Estevan Silveira, e O Presente. de 1997, direção de Aleksei Abib.

Transferindo-se para São Paulo, em 1997 foi selecionada para o elenco do longa-metragem Lavoura Arcaica, filme este exibido a partir de 2001 e logo em seguida, atuou em Desmundo.


Televisão
* 2001 - Os Maias.... Maria Monforte (jovem)
* 2002 - Esperança.... Caterina
* 2005 - América.... Heloísa
* 2006 - O Profeta.... Lucy
* 2009 - Bela, a Feia.... Verônica Matoso

Cinema

* 2001 - Lavoura arcaica.... Ana
* 2002 - Desmundo.... Oribela

* 2006 - Vestido de Noiva (2006).... Alaíde
* 2006 - Veias e vinhos - Uma história brasileira.... Antônia
* 2006 - O ano em que meus pais saíram de férias.... Miriam
* 2007 - Primo Basílio.... Leonor
* 2007 - Canção de Baal…Sofia

* 2007 - Elvis & Madona.... Elvis
* 2008 - Natimorto… A Voz
* 2008 - "((Insolação))...Lúcia
* 2008 - "Duas da manhã"...Maja
* 2009 - "Não se pode viver sem amor"...Roseli
* 2009 - "Luz nas trevas"...
* 2009 -" Sudoeste"...Clarice
* 2009 -" O Gerente"...Guiomar
* 2010 -" Nove crônicas para um coração aos berros"...Simone

Música

* 2008 - Na Confraria Das Sedutoras (3 na Massa)...."Pecadora" (faixa 7)

Prêmios

* Foi indicada três vezes ao Grande Prêmio Brasileiro de Cinema, na categoria melhor atriz por Desmundo (2002), e na categoria melhor atriz coadjuvante por Lavoura Arcaica (2001) e por O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias (2006)
* Ganhou o Prêmio APCA de melhor atriz por Desmundo (2002)

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sábado, 5 de setembro de 2009

Odilon Wagner

Um grande ator consegue dar vida à qualquer personagem independente do tamanho do papel.
Enquanto Marcio Garcia reclamava do espaço dado a seu personagem, Odilon Wagner se destacou na novela Caminho das Índias mesmo tendo pouquíssimas cenas, ao lado da também super talentosa Letícia Sabatella, que fez a vilã principal.
Mike, um golpista internacional, que seduzia mulheres para depois estorquí-las, foi mais um
das dezenas de personagens vividos por Odilon na TV em toda sua longa carreira.

Nascido em Ponta Grossa no dia 24 de 10 de 1954. Odilon Wagner atua em cinema, televisão e cinema. E é também autor e diretor de teatro, além de ser consultor de comunicação.

Em 1982, Odilon Wagner começou em televisão na Rede Globo, fazendo parte do elenco de: "
Avenida Paulista", Depois foi para a Rede Bandeirantes e em 1983, fez: " Sabor de Mel".
Em 84, na Rede Manchete, fez: " Viver a Vida" e voltou à Globo, na novela: " Corpo a Corpo". Em 85, fez: " De Quina Para a Lua" e " O Tempo e o Vento", ainda na Globo . Em 86, na mesma emissora:
" Selva de Pedra". Em 87, foi para a Manchete em: " Carmem" e " Rainha da Vida". Em 88, fez
na Globo: " Abolição". Em 89, fez no SBT: "Cortina de Vidro" e na Globo: " República".
Continuou na Globo e fez em 92: " Anos Rebeldes", Em 93: "Fera Ferida". Em 96: " Anjo De
Mim".Em 97: " Por Amor". Em 98: " Labirinto". Em 99: " Chiquinha Gonzaga", uma bela
minissérie. Em 99 ainda: " Terra Nostra". Em 2000: " Aquarela do Brasil!. Em 2001: "Um Anjo
Caiu do Céu". Em 2002: " O Quinto dos Infernos". Em 2002 e 2003 fez: " Malhação". Em 2004,
fez: " Chocolate com Pimenta" e "Começar de Novo". Em 2006: " Cobras e Lagartos". Em 2007: "Amazônia, de Galvez a Chico Mendes", outra bela minissérie. Em 2007 ainda: " Sete Pecados". Em 2008, fez: " Casos e Acasos". Em cinema Odilon Wagner começou em 1986, fazendo: " Baixo Gávea". Em 87: " Feliz Ano Velho". Em 88: "A Casa de Açucar". Em 98: " Bela Donna" e " Caminho dos Sonhos". Em 99: " Zoando na TV ". Em 2000: "A Hora Marcada". Em 2001: " Condenado à Liberdade".Em 2003: " My Father, Rua Alguém 5555".


Carreira

Na televisão

* 2009 Caminho das Índias - Mike
* 2009 Deu a Louca no Tempo - Nicolai
* 2008 Casos e Acasos
* 2008 Casos e Acasos - Jp
* 2008 Casos e Acasos - Lauro Diniz
* 2007 Sete Pecados - Anselmo
* 2007 Amazônia, de Gálvez a Chico Mendes - Alarico
* 2006 Cobras e Lagartos - Alberto
* 2004/05 Começar de Novo - Péricles
* 2004 A Escrava Isaura (Rede Record) - Comandante Santana
* 2004 Chocolate com Pimenta (participação especial) - dono da fábrica de tecidos
* 2002/03 Malhação - Otávio Miranda
* 2002 O Quinto dos Infernos - Eugênio de Beauharnais
* 2001 Um anjo caiu do céu - Sid Valente/Coyote
* 2000 Aquarela do Brasil - Armando
* 1999 Terra Nostra - Altino Neves Marcondes
* 1999 Chiquinha Gonzaga - José Balileu
* 1998 Labirinto - Rodrigo
* 1997 Por Amor - Rafael Fontes
* 1996 Anjo de Mim - Ulisses
* 1995 Explode Coração - Leandro Avelar
* 1993 Fera Ferida - Weber
* 1992 Anos Rebeldes - Rolf Haguenauer
* 1989 República - Conde d'Eu
* 1989 Cortina de Vidro (SBT) - Ulisses
* 1988 Abolição - Conde d'Eu
* 1987 A Rainha da Vida (Rede Manchete) - Amadeu
* 1987 Carmem (Rede Manchete) - César
* 1986 Selva de Pedra - Joseph
* 1985 O tempo e o vento - Carl Winter
* 1985 De quina pra Lua - Sousa
* 1984 Corpo a Corpo - Rogério Cerqueira
* 1984 Viver a Vida (Rede Manchete) - Fernando Saboya
* 1983 Sabor de Mel (Rede Bandeirantes) - Samuel
* 1982 Avenida Paulista - Albino


No cinema

* 2006 Ouro Negro - A Saga do Petróleo Brasileiro
* 2002 Lost Zweig
* 2004 Olga
* 2003 My Father, Rua Alguem 5555
* 2001 Condenado à Liberdade
* 2000 A Hora Marcada
* 1999 Zoando na TV
* 1998 Caminho dos Sonhos
* 1998 Bela Donna
* 1996 A Casa de Açúcar
* 1988 Jorge, um Brasileiro
* 1987 Feliz Ano Velho
* 1986 Baixo Gávea

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Boris Musialowski, sua história será marcada para sempre no jornalismo paranaense.

Já estava na minha lista um post sobre o grande jornalista Boris Musialowski. Infelizmente não houve tempo de publicar antes de seu falecimento que ocorreu em 03 de 09 de 2009, aos 71 anos de idade.
Formado na Rádio Clube Paranaense, nos anos 50, ele participou de programas de humor, shows de auditórios e se destacou no radio esportivo. Boris marcou época nos anos 70/80 em vários programas esportivos de rádio e televisão. Ao lado de Dirceu Graeser e Luiz Carlos Cavalcanti, também já falecidos, integrava um dos programas pioneiros na TV Paranaense (RPC TV), o “Viva a Bola”.

Um de seus maiores companheiros de profissão foi o jornalista e ex-presidente do Paraná Club, José Domingos Borges Teixeira. Reproduzirei abaixo o texto que José Domingos escreveu em seu blog, sobre Bóris Musialowski, no texto poderemos conhecer um pouco mais sobre essa grande personalidade paranaense, pelas palavras de alguem que conviveu com ele:

MORTE DE UM COMPANHEIRO ESPECIAL BORIS MUSIALOWSKI

por Zé Domingos
Final de tarde, começo da noite de 5ª. Feira (03) estou em casa escrevendo em torno do excelente músico (sax alto) Ari Lunardon, quando o celular sinaliza e ao atender recebo a informação do companheiro José Maria Pizarro, de que o Carneiro Neto, lhe avisara sobre o falecimento de Boris Musialowski. Confesso que a notícia me abateu, pois o Boris, faz parte importante da minha vida como radialista.

Foi com ele que nos distantes idos de março de 1.957, participei pela primeira vez de um programa na Rádio Clube Paranaense, a então famosa B-2, que funcionava na rua Barão do Rio Branco. O programa apresentado às 11 horas e 45 minutos era chamado “Sua Excelência o Esporte” e durava 15 minutos. Antes de participar deste programa na noite anterior indicado pelo Moacir Amaral, então diretor comercial, que atendera uma solicitação de seu amigo João Dário Teixeira (papai) que dizia que tinha um filho que sonhava ser radialista e trabalhava em alto falantes, havia feito um teste com o sempre lembrado, Alfredo Otto e aprovado pelo Machado Neto, então diretor da equipe esportiva da Rádio Clube Paranaense, fui convidado a estar na rádio na manhã seguinte para participar de um programa com o Boris Musialowski, a quem fui apresentado na noite em que fiz o teste. Na manhã seguinte lá estava até mesmo antes das 11 horas, todo ansioso aguardando o momento, quando chegou o Boris e me orientou como era o programa e o fizemos juntos.

Depois de apresentar dois dias o programa junto com o Boris, que me colocou a vontade, me deu força e estimulo, o Machado, me chamou e perguntou se poderia substituir o Boris, em suas férias, cheio de felicidade respondi positivamente. Fiquei no lugar do Boris e depois ao mesmo tempo também cobri as férias do Martins Rebelato, também já falecido fazendo o programa esportivo das 18 horas e 30 minutos.

Desde que cheguei na B- 2, o Boris, sempre se mostrou companheiro, bom colega e isto era regra com todo o pessoal. Era alegre, brincalhão, descontraído e um radialista completo com paixão maior pelo rádio esportivo. Era um dos narradores da equipe esportiva, que tinha ainda Martins Rebelato, Osmar de Queiroz, Mário Vendramel, mais tarde vieram Augusto Reis, Norberto Trevisan, Durval Monteiro, Dias Lopes, Airton Cordeiro, Aloar Ribeiro, Marcos Aurélio de Castro, Borba Filho, João Pedro Correia (Jota Pedro) Willy Gonzer e outros. Boris, começou garotão na B- 2 e ali permaneceu anos, destacando-se também como rádio ator, humorista, apresentador de programas, repórter, participante de programas de auditório, locutor comercial, enfim fez de tudo um pouco e por isto reafirmo era um radialista completo e foi um prazer enorme tê-lo como colega. Torcia pelo Coritiba, mas o fazia discretamente, não era daqueles fanáticos, aliás muito comedido. Era de Castro, cidade que passei boa parte da infância.

Ali na B- 2, o Boris, conheceu a Jaci, secretária do Martins Rebelato, numa agencia de publicidade que tinha escritório anexo a rádio e com ela se casou e viveu durante vários anos. Para ele foi um baque grande quando a grande companheira Jaci, faleceu. Continuou a vida, como funcionário do Tribunal de Contas, onde se aposentou e como homem de comunicação, inclusive durante algum tempo esteve na Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura de Curitiba, como contratado. Também participou de programas de televisão especialmente ao lado de Luiz Carlos Cavalcanti, falecido há alguns anos. Também esteve em programas com Dirceu Graezer, igualmente falecido. Era um apaixonado pelo que fazia e por isto mesmo um ótimo profissional. O Boris, deixa saudades. O seu corpo velado na capela da Luz e o sepultamento ás 15 horas e 30 minutos, da sexta feira (04) no Cemitério Municipal. Boris, faleceu aos 73 anos por falência múltipla dos órgãos. Estava internado há mais de 260 dias num hospital de nossa cidade. Estão de luto o rádio esportivo e o futebol paranaense.

José Domingos Borges Teixeira

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sábado, 18 de abril de 2009

O talento precoce de Polliana Aleixo

Continuando a série sobre talentos paranaenses nas noites da Rede Globo, é a vêz da talentosa pré-adolescente Polliana Aleixo, que estreou na última sexta-feira em "Tudo Novo de Novo". Ela faz o papel de Julia, filha de Marco Ricca e Julia Lemmertz.

Apesar da pouca idade, Polliana ja conta com um currículo considerável na tv. Foram 7 anos fazendo comerciais até aparecer no especial de fim de ano "O Segredo da Princesa Lili" e logo depois na novela "Beleza Pura", tendo passado pela "Dancinha dos Famosos" no Domingão do Faustão, saindo como vice-campeã.

Polliana Aleixo nasceu em Curitiba no dia 28 de Março de 1996.

Trabalhos na TV
* 2009 - Tudo Novo de Novo - Julia
* 2008 - Dança das Crianças - vice-campeã, com Daniel Riso.
* 2008 - Beleza Pura - Dominique Amarante
* 2007 - O Segredo da Princesa Lili - Lucélia



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quinta-feira, 16 de abril de 2009

Ela vai te conquistar pelo "Estômago" - Fabiula Nascimento

Esse deve ser o ano da curitibana Fabiula Nascimento, depois de 13 anos de carreira ela alcança projeção nacional atuando em trabalhos importantes como o filme "Estômago" e na série global "Força-Tarefa", que estreou nessa quinta-feira.

Curitibana como sua personagem em "Estômago", Fabiula teve de engordar seis quilos para se tornar Íria, o amor de Raimundo Nonato, cozinheiro vivido pelo consagrado João Miguel. E, sem qualquer pudor ou vaidade, teve de encarar cenas de nudez e sensualidade. "Engordar foi fácil, depois levei um ano para perder", conta ela. "Mas é muito legal ver o resultado da transformação, aquela pança dobrando".



Fabiula Nascimento é amiga da tambem curitibana Katiuscia Canoro, com quem mantem uma parceria nos palcos à anos, como na peça "De Graça, Mas Tem Que Pagar".

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quarta-feira, 8 de abril de 2009

Ela é Maria Fernanda Candido, não precisa dizer mais nada.

Ela ja foi comparada à Sophia Loren (quando jovem), pela beleza e pelo talento mostrado quando roubou a cena na novela Terra Nostra em 1999, com a cozinheira Paola. Ganhou prêmio de atriz revelação e mostrou ao mundo "o que a londrinense tem".

Maria Fernanda Cândido nasceu em Londrina no dia 21 de maio de 1974, filha de Reginaldo e Agda, comerciantes.

Mudou-se para Curitiba aos 4 de idade onde viveu até aos 12 anos, mudando-se para São Paulo com a família.

Matriculada no Colégio São Luís, na avenida Paulista, sempre se mostrou boa aluna. Aos 14 anos, entrou para o mundo das modelos. Cinco anos se passaram assim, entre a carteira escolar, os testes, os desfiles e as fotos. Ela concluiu a escola antes de arriscar a sorte em Nova York e depois em Paris. Mais de um ano fora do Brasil foi o suficiente para ela decidir terminar a carreira de modelo internacional.

Trabalhou na Europa como modelo, antes de estrear na televisão como VJ no programa Ilha do Biquíni, da MTV. No ano seguinte gravou a abertura da telenovela A Indomada, mas o sucesso veio verdadeiramente em 1999, quando da participação na novela Terra Nostra, de Benedito Ruy Barbosa. Pela interpretação, foi eleita a mulher mais bonita do século, numa votação do programa Fantástico.

Ganhou o Troféu Imprensa em 1999, como Revelação do Ano, por sua atuação como a italiana Paola de Terra Nostra.

É formada em terapia ocupacional pela USP e, paralelamente aos trabalhos como atriz, Maria Fernanda desenvolve projetos de integração de deficientes físicos e mentais.

2003 - Estreou no cinema com Dom, e ganhou um Kikito, prêmio do Festival de Gramado, como melhor atriz.
2004 - Atuou na novela Como Uma Onda,fazendo o papel de Lavínia.

2007 - Esteve no elenco da novela Paraíso Tropical, onde fez uma participação especial, no papel da advogada Fabiana.

2008 - Maria Fernanda volta à TV, na minissérie Capitu. Pela segunda vez a atriz dará vida à personagem de olhos de ressaca criada por Machado de Assis. Em Dom (2003), filme inspirado no romance de Machado de Assis, ela viveu uma versão moderna da personagem. Viveu novamente a personagem Capitu na minissérie da TV Globo em 2008, dirigida por Luiz Fernando Carvalho.

Em 9 de setembro de 2005 se casou com o empresário francês Petrit Spahira. Eles tem dois filho juntos: Tomás (nascido em 26 de janeiro de 2006) e Nicolas (nascido em 17 de outubro de 2008).

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sexta-feira, 3 de abril de 2009

Guilherme Weber

Guilherme Weber nasceu em Curitiba em 11 de Julho de 1975, ator, diretor e produtor.

Uma relíquia de família despertou no pequeno Guilherme, aos 9 anos, fascinação pelo cinema. Um álbum de autógrafos e fotos de Frank Sinatra, Judy Garland e Betty Davies, entre outros astros de Hollywood, feito pela mãe quando viveu em Los Angeles, aflorou o apetite para as telas.

Sua trajetória começou aos 14 anos, quando Guilherme fazia parte do Caixa, um grupo de teatro amador do Paraná. Por quatro anos, viajou apresentando peças pelo Brasil.

Estreou no teatro em 1991 e, em 1993, funda, com o também curitibano Felipe Hirsch, a "Sutil Companhia de Teatro". No mesmo ano, o espetáculo da companhia recebe 17 prêmios.

A vida no teatro sempre foi um desafio. Ele patrocinou Baal Babilônia, a primeira de expressão da parceria com Hirsch, com US$ 300 seus – e US$ 300 do diretor – e chegou a passar cheque sem fundos para pagar passagens para uma equipe de nove pessoas até João Pessoa (PB), onde tinha convite para encenar Fausto, em 1996.

Em novelas, o ator estreou em "Um Anjo Caiu do Céu", em uma participação especial. e participou em um episódio da série "Os Normais".

Seu mais marcante papel na TV foi o do maquiavélico Tony, na novela "Da Cor do Pecado", em que contracenou com Giovanna Antonelli.

No teatro trabalhou em espetáculos como “Baal Babilônia”, “Nostalgia”, “Os Incendiários”, “A Vida É Cheia de Som e Fúria”, "Alice", "Por um Incêndio Romântico" e “Os Solitários”.

Em 2005, participou da novela "Belíssima", também da TV Globo.

Atuou ao lado de Paulo Autran em “Rei Lear”, com direção de Ulysses Cruz, e dividiu o palco com Denise Stoklos no espetáculo “Mais Pesado Que o Ar”, criado e dirigido pela artista.

Foi indicado ao Prêmio Shell de 2000 por sua atuação em “A Vida É Cheia de Som e Fúria”, espetáculo que lhe rendeu o Prêmio Poty Lazarotto de Melhor Ator (prêmio este conferido por voto pela classe artística de Curitiba).

No cinema, fez sua estréia no filme "Cruz e Souza – O poeta do desterro" (1998), de Sylvio Back. Voltou ao cinema em 2004, fazendo pequenos papéis em "Nina", de Heitor Dhalia, e "Olga", de Jayme Monjardim. Em 2005, fez o papel principal de "Árido Movie", de Lírio Ferreira, que foi selecionado para o Festival de Veneza e ganhou seis prêmios no Cine PE – Festival do Audiovisual de Recife, em 2006.

Em 2007, esteve no teatro com a peça "A Educação Sentimental do Vampiro" e, em 2008, participou da minissérie da Rede Globo "Queridos Amigos" e da novela "Ciranda de Pedra".

Encerrando 2008, Guilherme participou do especial de fim de ano da Globo "O Natal do Menino Imperador".


Trabalhos na televisão

* 2008 - O Natal do Menino Imperador - Marquês de Itanhaém
* 2008 - Casos e Acasos .... Sérgio
* 2008 - Casos e Acasos .... Rodrigo
* 2008 - Ciranda de Pedra .... Arthur X
* 2008 - Queridos Amigos .... Benny (minissérie)
* 2007 - A História de Poty .... porteiro do cinema (Série da RPC - Rede Globo Paraná)
* 2007 - Malhação .... Leôncio Gurgel
* 2005 - Belíssima .... Freddy Schneider
* 2005 - Carandiru, Outras Histórias .... Dudu
* 2004 - Da Cor do Pecado .... Tony (Antônio Almeida)
* 2002 - Os Normais .... Pedro Paulo
* 2001 - Um Anjo Caiu do Céu .... Carl

Trabalhos no teatro

* 2007 - Educação Sentimental do Vampiro .... Felipe Hirsch
* 2004 - Avenida Dropsie
* 2003 - Alice
* 2003 - A Morte do Caixeiro Viajante
* 2003 - Temporada de Gripe
* 2002 - Os solitários
* 2001 - Nostalgia
* 2000 - A Vida É Cheia de Som e Fúria

Trabalhos no cinema

* 2004 - Árido Movie .... Jonas
* 2004 - Nina .... Arthur
* 2004 - Olga .... Otto Braun
* 1998 - Cruz e Sousa - O Poeta do Desterro
* 1998 – Fui Rei

Premiações

* Venceu como melhor ator no Troféu APCA/2008 pela interpretação do personagem Beny de Queridos Amigos.
* Venceu como melhor ator teatral no Troféu APCA/2007 pela interpretação no espetáculo Educação Sentimental do Vampiro

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terça-feira, 24 de março de 2009

Ratinho, Bicho Adotado e apaixonado pelo Paraná.

Admiração incondicional ou ódio profundo, seja como for, ninguem fica indiferente quando se fala com Carlos Massa, o Ratinho. O fãs o adoram pela coragem de falar o que eles gostariam, os críticos o detestam pela forma direta de expressar suas opiniões.

Fã ou crítico, todos param pra escutar e ver pelo menos um pouquinho, quando o Ratinho está no ar, o tédio acabam definitivamente.

Uma coisa ninguem pode constestar: Ratinho tem paixão pelo Paraná, como diz o slogan da Rede Massa, sua rede de televisão. Prova disso são os investimentos feitos no Estado, onde, não nasceu, mas se criou, fez a vida e aprendeu a amar como um verdadeiro "Bicho Adotado".


Tragetória:
Carlos Roberto Massa, nasceu em Águas de Lindóia em 15 de fevereiro de 1956, mais conhecido como Ratinho, é radialista e apresentador de televisão. Também aventurou-se pela política no início da década de 90, quando foi deputado federal pelo PRN. Isso deve ter influenciado um de seus filhos (Ratinho Jr) que hoje é deputado Estadual no Paraná, vencendo com a maior votação.

O apelido Ratinho o acompanha desde a infância e teria surgido do fato de ele dar sumiço nas bolas de partidas de futebol de várzea e os jogadores dizerem, culpando-o pelo sumiço: foi aquele ratinho, em função de sua rapidez e agilidade.

Iniciou sua carreira na TV como repórter policial do programa Cadeia, na Rede CNT, em Curitiba, emissora que iniciava a primeira rede de televisão fora do eixo Rio-SP, do ex-deputado Luiz Carlos Alborghetti, de quem copiou o estilo espontâneo, irreverente e acalorado de atuação, assim como o uso do cassetete durante os programas.

Devido ao enorme sucesso alcançado na CNT, Ratinho foi contratado pela Record em setembro de 1997 estreando o programa Ratinho Livre. Seu programa na Record entrava da 20:30 as 22:00.Um mês depois ja incomodava a Globo e o SBT no Ibope.

Ratinho apresentou entre 1998 e 2006 o Programa do Ratinho no SBT, programa este que nos últimos meses registrou baixa audiência e fuga de patrocinadores, o que o fez sair do horário nobre e trocar por várias vezes sua grade de programação.

Até então, estava na Rede Record com o Ratinho Livre e Ratinho Show, como o 190 Urgente na CNT. Na emissora de Sílvio Santos apresentou também o Show do Ratinho e participou do especial humorístico SBT Palace Hotel. Ratinho nasceu na região de divisa entre São Paulo e Minas Gerais, mas desde a infância viveu em cidades paranaenses como Jandaia do Sul (onde passou a infância e a adolescência) e Curitiba (para onde se mudou já adulto e onde ainda vive sua família), dado que ele vive em São Paulo apenas quando apresenta o programa.

Ratinho é conhecido por seu temperamento explosivo e por seu linguajar popular, principalmente quando se exalta contra acusados de crimes. Foi posto como réu em numerosos processos judiciais, inclusive Jorgina de Freitas (acusada de ter fraudado o INSS), a quem teria chamado de biscate, um impropério que ele tem predileção em falar contra as mulheres envolvidas em acusações. Seu filho primogênito Carlos Roberto Massa Júnior (Ratinho Júnior) foi eleito deputado estadual em 2002 aos 21 anos pelo PSB. em 2006 aos 25 anos foi eleito deputado federal pelo PPS.

A partir de janeiro de 2007, Carlos Massa iniciou a apresentação de seu novo programa, o Jornal da Massa. Em 26 de Março de 2007, Ratinho apresentou Você é o Jurado, sendo substituido na segunda temporada pelo cantor Supla, sendo que em dezembro seu contrato não foi renovado pelo SBT.


Rede Massa



Em 2008 Ratinho comprou a TV Iguaçu afiliada do SBT de onde nasceu a Rede Massa de Televisão.



Formada por quatro emissoras geradoras - TV Iguaçu (Curitiba), TV Cidade (Londrina), TV Naipi (Foz do Iguaçu) e TV Tibagi (Maringá) - a Rede Massa trará uma programação local forte e atuante. Os novos programas locais e estaduais, como "Jornal da Massa", "Tribuna da Massa", "50 Segundos", "Carros e Motores", "Negócios da Terra", "Armazém da Massa" e "Destaque" trarão linguagem moderna e dinâmica. A mudança - que vem sendo traçada desde outubro - poderá ser percebida principalmente na área de jornalismo, investimento principal da empresa. Foram contratados novos profissionais em todas as emissoras e feitos investimentos em equipamentos de alta tecnologia, nova frota de carros e até um helicóptero, que dará apoio à cobertura jornalística.

O Homem do campo, empresário de sucesso

Quando em Curitiba ou São Paulo, Ratinho, tem como vista a típica paisagem de uma grande cidade, um mar de edifícios, carros e o caos urbano. Mas o empresário enxerga além. Pastos cobertos de gado, lavouras de soja, milho, feijão e café. Ratinho é muito mais que o polêmico comunicador do SBT. Tornou-se um grande produtor rural com 19 fazendas no Paraná e Mato Grosso do Sul, que juntas somam mais de 26 mil hectares. Estima-se que a Agropecuária Café no Bulé (nome inspirado no bordão televisivo do apresentador) fature cerca de R$ 50 milhões por ano. Um de seus mais ambiciosos planos rurais é lançar uma carne com marca própria, projeto que Ratinho vem negociando com a rede Carrefour. Outra idéia é exportar vitelo para a Europa, fruto da parceria com o pecuarista Ivan Zurita, também presidente da Nestlé do Brasil.

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sexta-feira, 20 de março de 2009

Delisiée Teixeira agora é Marinho, mas a beleza e o talento continuam os mesmos.

Falando em beleza, muita gente deve estar se perguntando "Por onde anda Delisiée Teixeira, aquela linda repórter esportiva da TV Paranaense, que cobria, principalmente a Seleção de Ginástica Olímpica?




Delisiée Teixeira não existe mais... Calma, ela não morreu, apenas mudou de nome, agora se chama Delisiée Marinho e tambem mudou de foco profissional, agora é atriz, mas podia tambem ser modelo, beleza e talento não faltam.



Delisiée Marinho anunciou que está na cidade para se apresentar na mostra Fringe do Festival de Curitiba com a peça Bodas de Sangue, do espanhol Garcia Lorca. O espetáculo foi apresentado no dia 19, hoje 20, e ainda nos dias 21 e 22 de março na Casa Vermelha. Ex-repórter esportiva e apresentadora da RPC-TV – na qual atuou por dez anos até transferir-se para São Paulo –, Delisiée está se dedicando com afinco à carreira de atriz, depois de cursar a escola do diretor teatral Ulysses Cruz.

Breve o perfil completo de Delisiée, aqui no blog.

Confira o desempendo de Delisiée no palco com o monólogo "O amor não tira férias":

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quarta-feira, 18 de março de 2009

Clodovil Hernandes - Bicho Adotado sim, mesmo que por muito pouco tempo.

Clodovil Hernandes, pode ser considerado também um "Bicho Adotado" por ter residido no estado por alguns anos, na cidade de Mandaguari, onde lecionou desenho, tinha um programa de rádio e tem muitos parentes ainda vivendo por lá. Sem contar o tempo que passou em Curitiba trabalhando na Rede CNT, na qual apresentava um programa de auditório em rede nacional.

Um dos mais famosos estilistas e apresentadores do Brasil, Clodovil Hernandes foi o terceiro deputado federal mais votado do País nas eleições de 2006, com 493.951 votos. Morto em 17/03/2009, aos 71 anos, em consequência de um acidente vascular cerebral (AVC), Clodovil concluiu uma biografia que teve na polêmica uma das principais marcas registradas. O suplente Jairo Paes Lira, do PTC de São Paulo, assumirá a vaga do deputado.

Filho de pais adotivos, Clodovil nasceu em 1937, na cidade de Elisário, interior de São Paulo. Aos 20 anos, se mudou para a capital paulista e logo se firmou como costureiro das celebridades, entre elas Elis Regina, Cacilda Becker e as famílias Diniz e Matarazzo. Na década de 1980, passou a se dedicar somente à televisão, comandando programas como o "TV Mulher", na Rede Globo, junto com Marta Suplicy, ex-prefeita de São Paulo e ex-ministra do Turismo. Clodovil passou também pelas redes Manchete, CNT, Gazeta e RedeTV.

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terça-feira, 17 de março de 2009

"Aterrorizando" Curitiba, João Luiz Fiani

João Luiz Fiani, é um dos nomes e rosto mais conhecido pelos curitibanos, está sempre em cartaz no teatro, seja como ator, produtor ou diretor, ou ainda em algum comercial da televisão, e rádio.
Diz que não sai de Curitiba para atuar em outras áreas por gostar do teatro e não ter paciência em esperar para trabalhar, “já que em outros campos de atuação, como TV e cinema, é tudo muito demorado”. Fica satisfeito em ter seu próprio espaço cultural, com uma maior proximidade e interação com o público. “Como eu faço o que gosto, acabo sendo mais feliz e tenho mais resultados com meu trabalho, pois corro atrás e faço tudo com determinação”, revela Fiani.


Biografia (do site oficial: www.fiani.com.br)
Em 1979 João Luiz Fiani subiu num palco de teatro pela primeira vez. Foi no auditório do COLÉGIO ESTADUAL DO PARANÁ com o espetáculo O JOGO DA INDEPENDÊNCIA dirigido por Zélia Hurmann. De lá pra cá ele não parou mais de trabalhar. Tem um histórico destacado na história do teatro local, tendo sido formado pelo CURSO PERMANENTE DE TEATRO do Teatro Guaíra. São muitos anos de ininterrupta atividade, tendo trabalhado com grandes nomes ligados ao teatro brasileiro como Antônio Carlos Kraide, Oraci Gemba, Nélson Di Córdova, Eddy Franciosi, Ivone Hoffmann, Lala Schneider, Fernando Rodrigues de Souza, Armando Maranhão e Ademar Guerra, atuando em mais de 50 espetáculos e escrevendo e dirigindo centenas de trabalhos de sucesso de crítica e público entre produções profissionais, amadoras, próprias e para outras companhias.

No teatro seus mais importantes trabalhos como ator são: "Zumbi", "Colônia Cecília", "Mistérios de Curitiba", "O Carrasco Do Sol", "O Mágico de Oz", "O Vampiro e a Polaquinha", "O Inimigo do Povo", "Gritaria nos Muros da Cidade", " Nem Freud Explica", "Don Juan de Molière", entre outros.

Como diretor e autor Fiani foi responsável pelo maior fenômeno do teatro paranaense e um das peças mais tempo em cartaz no Brasil: A CASA DO TERROR.

Em sua carreira FIANI destaca-se também como empreendedor, tendo construído o primeiro teatro independente do Estado do Paraná. Em 1994, era inaugurado o TEATRO LALA SCHNEIDER, o qual ostenta o nome de um dos mais destacados talentos de nossa terra e que com muita luta é mantido até hoje. Em 2004, Fiani inaugura seu segundo teatro, em homenagem a um dos mais importantes atores do Paraná, a CASA DE TEATRO EDSON D´AVILA.

É proprietário da CIA MÁSCARAS DE TEATRO, da METÁPHORA CIA DE TEATRO e dos COMEDIANTES, responsáveis por intensa produção teatral. A sua escola de teatro, o NÚCLEO DE PROFISSIONALIZAÇÃO TEATRAL, é uma das mais importantes do Paraná, com uma grande infra-estrutura, responsável pela formação de grande número de profissionais das artes cênicas do Paraná. O NPT, como é conhecido, já revelou dezenas de profissionais das artes cênicas do Paraná, entre eles destacamos: Marjorie Estiano, Francieli Freduzeski, Renato Scarpin, Marcyo Luz, Jader Alves, Sônia Bacila, Joel Vieira, Marco Zeni, Karla Fragoso, Fabíula Nascimento, Juscelino Zílio, Adriana Sottomaior, Anna Rafaela D´Oliveira, Rubens Siena, Mônia Sartor, Andréa Peruzzo, entre outros.

Por duas vezes participou da Mostra Oficial do Festival de Teatro de Curitiba. Em 2001 com "CEM ANOS", adaptação da obra de Gabriel Garcia Marques. Em 2007 encenou "COLONIA CECÌLIA" de Renata Pallotini no Teatro Guaíra com um elenco de 32 atores - essa considerada uma das melhores montagens teatrais em cartaz no Brasil pela crítica especializada.

Fiani é responsável pela adaptação para o palco de dois dos principais autores paranaenses: DALTON TREVISAN e PAULO LEMINSKI. Premiado com o PROJETO PRÓ-CENA da Prefeitura de Curitiba em 1995, levou ao palco do Teatro Novelas Curitibanas a adaptação do romance de Leminski "AGORA É QUE SÃO ELAS", obtendo grande sucesso de crítica e público. Recentemente adaptou para o teatro contos de Dalton Trevisan em "O VAMPIRO CONTRA CURITIBA".

Na área da comunicação trabalhou em diversos canais de TV e rádios do Brasil.

Na TV Globo teve participações em: "Roda de Fogo", "Meu Bem Meu Mal", "Lua Cheia de Amor", "Chico Anysio Show", "A Grande Família". Na extinta Rede Manchete fez parte do elenco do humorístico "Domingo é Dia de Graça" com Costinha. Fez ainda na mesma emissora participação na novela "Mania de Querer" e no programa infantil "Lumpulimpimclapatopo", com Lucinha Lins e Cláudio Tovar.

Fiani tem trabalhos em todas as emissoras de TV do Paraná, apresentando TELEJORNAIS e PROGRAMAS DE VARIEDADES. Na CNT fez parte do seriado PISTA DUPLA, uma iniciativa pioneira na TV do Paraná.

No ano de 2007 passou a integrar a equipe da REVISTA RPC, com participação em vários episódios como roteirista, produtor e ator.

No Rio de Janeiro trabalhou no SISTEMA JORNAL DO BRASIL, sendo locutor das Rádios JB FM, FM 105 e CIDADE FM. Em Curitiba foi locutor da STUDIO 96, CIDADE AM, GLOBO AM, Intercontinental FM e locutor fundador da Rádio 98 FM, entre outras.

Em 2007 assinou contrato com as rádios CLASSIC de Maringá e JOVEM PAN FM de Curitiba onde apresenta dicas de cultura e entretenimento.

No cinema participou de longas e curtas premiados nacionalmente, destacam-se: " O MUNDO PERDIDO DO KOZAK" de Fernando Severo, "AGORA É QUE SÃO ELAS" de Beto Carminatti, "BALADA DO VAMPIRO" de Beto Carminatti e Estevan Silveira, entre outros.

Em 1997 ganhou o prêmio "POTY LAZZAROTTO / CAFÉ DO TEATRO" pelo seu texto "QUEM MATOU AGATHA CHRISTIE". Foi vencedor do Troféu Gralha Azul Prêmio Governador do Estado do Paraná como Melhor Diretor 1999. Recebeu o PRÊMIO CIDADE DE CURITIBA em 2000 pelo seu trabalaho pelo teatro do Paraná. Em 2005, recebeu o PRÊMIO CULTURA E DIVULGAÇÃO da Câmara Municipal de Curitiba. Em 2007 recebeu o premio de MELHOR ATOR do III FESTIVAL LATINO AMERICANO DE CURTAS do CEARÁ pela sua atuação em BALADA DO VAMPIRO.

Entre 2002 e 2006 foi presidente do SEPED-PR Sindicado dos Produtores e Empresários em Espetáculos de Diversão do Paraná, com diversas conquistas para a classe teatral. Na sua gestão foi reformulada a LEI DE INCENTIVO A CULTURA em parceria com a Fundação Cultural de Curitiba e foi elaborada em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura, a Lei Estadual de Fomento ao Teatro do Paraná, entre outras conquistas!

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segunda-feira, 16 de março de 2009

O Agustinho que me perdôe, mas a "Bebel" é nossa

Maria Augusta Labatut Stresser, mais conhecida como Guta Stresser, nasceu em Curitiba em 28 de setembro de 1972.

Guta Streeser atualmente mora no Rio de Janeiro, mas mantém forte vínculo com Curitiba, tendo feito à recentemente uma campanha publicitária (Eternamente Coxa) para seu time de coração, o Coritiba.

Biografia

Guta começou no teatro em Curitiba, aos 13 anos de idade, desde então tem vários trabalhos reconhecidos por público e crítica como: 'O Vampiro e a Polaquinha' de Dalton Trevisan com direção de Ademar Guerra, espetáculo este que foi o maior sucesso da história do teatro paranaense; 'O Casamento' de Nelson Rodrigues com direção de Antonio Abujamra e João Fonseca; 'Mais Perto' de Patrick Marber com direção de Hector Babenco; 'Rita Formiga' de Maria Gladys e Domingos de Oliveira que além de autor também dirige o espetáculo; atualmente está em cartaz no Rio de Janeiro com a peça 'Primeira Chuva no Deserto', de Ana Paula Pedro, com direção de Camilla Amado.

Família

Guta Stresser é bisneta do ilustre maestro Augusto Stresser, autor da Ópera Sidéria, primeira ópera paranaense. Neta do jornalista Adherbal Stresser. Filha do jornalista e advogado Ronald Sanson Stresser com Diva Maria Farracha Labatut.

Trabalhos na Tv

* 2001-2008 A Grande Família - Bebel (Maria Isabel Silva Carrara)

No Cinema

* 2008 Vingança - Pax Filmes, direção: Paulo Pons
* 2008 Sexo Virtual - Curta-metragem, direção: Jorge Monclar
* 2007 A Grande Família,O Filme - Bebel
* 2006 Balada das Duas Mocinhas de Botafogo - Marília
* 2004 Redentor - Flávia
* 2004 Nina - Nina
* 2001 A Partilha - Célia

O Coritiba lança o Eternamente Coxa, plano de fidelização de torcedores. Guta Stresser é a garota-propaganda da campanha.


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quarta-feira, 11 de março de 2009

Alexandre Nero - de verdureiro favorito à peão do Pantanal

Alexandre Nero nasceu em Curitiba, passou 20 anos em São Paulo, retornou à Curitiba onde alcançou grande sucesso como músico, cantor, compositor, ator de teatro, etc. Foi chamado pela Globo para um teste e hoje é um nome conhecido nos quatro cantos do Brasil. Nada disso aconteceu gratuitamente. Talento foi o combustível desse foguete que levou Alexandre às alturas tão repentinamente, mesmo ja estando na labuta à tantos anos.

Quando começou a atuar e cantar nos palcos de Curitiba, Alexandre Nero jamais sonhou que receberia elogios de atores como Glória Menezes, Cláudia Raia e Lilia Cabral, com quem contracena em A Favorita: "Fiquei anestesiado! Achei que não merecia tudo isso” revela.

Alexandre, estava em cartaz em Curitiba e um produtor de elenco da Rede Globo assistiu à apresentação. Algum tempo depois ligou falando do programa piloto Casos & Acasos, lhe oferecendo um papel. "Eu nunca tinha ido na Globo, nunca tentei nada lá. Aquilo caiu como um raio na minha cabeça, porque ele viu algo em mim. Por sorte fui, gravei o programa e consegui chamar atenção de alguém", revela. Depois fêz o teste para atuar em A Favorita e acabou ganhando o papel.

Com muita dedicação na frente das câmeras, Alexandre soube agarrar a oportunidade e chamou a atenção de outros colegas de trabalho, que se perguntaram quem era o talentoso desconhecido do grande público. Desde que ganhou o personagem Vanderlei, também conhecido como “verdureiro” o ator começou a receber elogios de quem considerava ídolo: “Nunca esperava que a Cláudia Raia, que é a protagonista, fosse prestar tanta atenção no meu trabalho, baseado em um personagem bem menor que o dela. Fiquei passado e sem saber o que dizer com os elogios”.


Mas ninguém impressionou mais o ator do que Tarcísio Meira: “Para mim ele é um monstro da TV brasileira. Uma verdadeira entidade, nem achava que ele era real”, brinca Alexandre. O ator conta que quando começou a participar das gravações da novela, ficou emocionado de ter a chance de trabalhar com Tarcísio: “Foi incrível! Eu achava que ele era virtual até encontrá-lo aqui em carne e osso”, conta Alexandre.



JOGO RÁPIDO COM ALEXANDRE NERO

Estilo: Todos.

Time: Não tenho um... Mas quando a seleção entra em campo torço que nem louco!

Cor: Azul.

Personalidade: Tímido.

Mania: Roer unha.

Defeito: Falastrão.

Qualidade: Amoroso.

Segredo de beleza: Fechar a boca.

Livro: A língua de Eulália.

A melhor viagem: Estrada real com a minha esposa.

Serra, praia ou cidade: Serra! Sempre!

Relacionamento: Amizade.

Música: É o que eu sou! Gosto de todos os tipos!

Lugar que gostaria de conhecer: Se for sozinho, nenhum. Mas gostaria de conhecer a Patagônia com a minha mulher.
Seu recanto: O sofá da minha sala.

Plano de carreira: Não tenho planos nem metas. Quero fazer trabalhos bacanas e não penso em largar nem o teatro e nem a música.

Personagem que gostaria de interpretar: Odorico Paraguaçu.

O que não come de jeito nenhum: Pedra. Tirando isso, sou muito bom de boca.

O que não falta na geladeira: Espaço! E alguns ovos para emergência.

O maior prazer: Tirando os palcos, cantando ou atuando, me dá muito prazer em ganhar muito dinheiro, mas muito dinheiro!

O maior pecado: Comer.

O que mais te incomoda: As pessoas não admitirem seus defeitos.

Traição: Quebra de contrato.

A quem você agradeceria esse momento: A mim mesmo. Fui a pessoa que mais esteve comigo nessa caminhada e que mais batalhou pelos meus objetivos.


Comunidade no Orkut Alexandre Nero e a Maquinaíma

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Raul Plassmann - Craque com as mãos e com as palavras.

Raul Plassmann, jogador de futebol como goleiro e atualmente comentarista de rádio e televisão, nasceu em Antonina no dia 27/09/1944.


Principais equipes: Atlético Paranaense - começo de carreira - Coritiba - profissional. Depois, São Paulo (65), Nacional (65), Cruzeiro (66 a 78) e Flamengo (78 a 83).

Principais Títulos: Mundial Interclubes (81), Taça Libertadores da América (76 e 81), Campeonato Brasileiro (80, 82 e 83), Taça Brasil (66), Campeonato Carioca (78, 79, 79 especial e 81) e Campeonato Mineiro (66, 67, 68, 69, 72, 73, 74, 75 e 77).



Outros Prêmios: Taça Minas Gerais (73) pelo Cruzeiro.

História

Raul Guilherme Plassmann foi um goleiro que marcou época no futebol brasileiro. Ele fez parte de dois dos maiores times da história do Brasil e do mundo: o Cruzeiro das décadas de 60 e 70 e o Flamengo dos anos 80. Pode se dizer que ele foi um predestinado, pois estava na hora certa no lugar certo e sempre foi um dos pontos de segurança das duas equipes.

Raul começou no São Paulo sem grande destaque. Inclusive na sua estréia como Profissional, num clássico contra o Palmeiras, em 1965, o tricolor foi derrotado por 5 a 0. Mas o destino estava ao seu lado e logo o levaria para Belo Horizonte. O presidente do Cruzeiro, Felício Brand, estava à procura de um goleiro para a reserva de Tonho e conversou com o colega são-paulino Vicente Feola, que disse que tinha um garoto que poderia seguir no dia seguinte para a Raposa.

O jovem guarda-metas chegou ao Barro Preto sem qualquer festa, apenas para compor o elenco. Com muita competência e uma ótima colocação, além de saber acionar um contra-ataque como poucos, ele foi ganhando espaço e não saiu mais do time celeste. Foram nove títulos mineiros em doze anos de clube. Mesmo com seu jeito calmo, Raul fazia sucesso com o público feminino e também entre os homens, que reconheciam a sua importância com defesas seguras em um time que contava com Tostão, Dirceu Lopes, Piazza e Nelinho.

A sua principal conquista no Cruzeiro aconteceu em 1976, quando a equipe mineira levantou a Taça Libertadores da América, que, até então só tinha sido conquistada por uma equipe brasileira: o Santos de Pelé. Como acontece sempre na competição sul-americana foi uma campanha sofrida até a final contra o River Plate, da Argentina, em três partidas. Depois disso, aquela geração fantástica do Cruzeiro foi parando e o time sendo desmontado. Raul chegou a pensar em voltar para o Paraná e se aposentar, mas foi convencido pelo técnico Cláudio Coutinho a vir para o Flamengo em 1978 ser a voz da experiência em um time jovem formado por Zico, Júnior, Leandro e cia.

Os títulos foram se sucedendo com o tricampeonato estadual logo de cara em 78 e 79. Não demorou muito para Raul se tornar ídolo da torcida rubro-negra. Mesmo não sendo um goleiro que dava espetáculo, era muito inteligente, disciplinado e eficiente. Com muito equilíbrio emocional, ele comandava a defesa e mostrava uma boa saída da área, característica que faltava à maioria dos goleiros da época.

Jogando com extrema competência, Raul ainda garantiu mais três títulos brasileiros e venceu a sua segunda Taça Libertadores em 81 em outra final em três partidas contra o Cobreloa, do Chile. No Mundial Interclubes, o goleiro não foi vazado pelos ingleses do Liverpool e contando com o talento no ataque de Zico, Adílio e Nunes, juntou mais um troféu para a sua grande coleção.

Raul também tinha a sinceridade como ponto forte, apontava falhas de sua equipe em entrevistas e dizem que, por falar demais, foi preterido na seleção brasileira de 82. Em certa oportunidade, ele admitiu: “prefiro treinar pouco e jogar muito”. Para Telê Santana, foi o suficiente para não convocá-lo para o time de estrelas do Brasil. Raul admitiu em sua despedida que não disputar uma Copa do Mundo foi a maior tristeza da sua carreira.

Depois da aposentadoria nos gramados, Raul se destacou como comentarista esportivo tanto na TV Globo quanto no SporTV. Ele chegou a tentar a carreira de treinador. Em 2003, foi auxiliar de Marinho Peres no Juventude e, depois da saída do técnico, assumiu o cargo, mas deixou o clube gaúcho antes do fim da temporada. Em 2004, Raul trabalhou como dirigente e técnico no Londrina, mas acabou voltando a ser comentarista na Rede Record e na Rádio CBN/Curitiba. Em janeiro de 2005, o ex-goleiro aceitou o convite do prefeito eleito de Curitiba, Beto Richa, para ser secretário municipal de esportes.

Curiosidades

Raul acabou com o marasmo das camisas de goleiro, que até então variavam apenas entre pretas, cinzas ou brancas, mas foi por acaso. Num clássico entre Cruzeiro e Atlético, na década de 60, ele entrou em campo com uma camisa de passeio, um blusão - emprestado - de gola rolê do lateral Neco, pois a camisa oficial de goleiro não coube. Foi um espanto geral no Mineirão. Ele fechou o gol e começou a escrever seu nome na história do futebol. Ele conta isso em HISTÓRIAS DO RAUL, neste site.

O goleiro passou a adotar a camisa amarela e ressaltava sempre que ela tinha um poder hipnotizador sobre os atacantes, que chutavam sempre na direção em que ele estava posicionado.

Na época, as torcidas organizadas do Cruzeiro acrescentaram o amarelo ao azul e branco de suas bandeiras e isso é mantido até os dias de hoje.

No Flamengo, Raul tinha o apelido de “Velho”, pela idade e seu jeitão de falar com os companheiros.

Em sua despedida, em 20 de dezembro de 83, num amistoso entre o Flamengo e a Seleção dos Amigos do Raul, formada por vários craques da época, aos 38 anos, o goleiro vestiu a camisa amarela pela última vez. Ao sair de campo, Raul a tirou e devolveu ao mesmo Neco.

Ao encerrar a carreira, Raul se tornou comentarista esportivo, mas a sua paixão era contar histórias da época de jogador. Quando trabalhou no SporTV formava-se uma rodinha em volta do ex-jogador para ouvir os ‘causos’. O jornalista Renato Nogueira teve a idéia de publicar algumas delas no livro “Raul Plassman – Histórias de um Goleiro”, publicado pela editora DBA.

Fonte:
Site oficial

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Sonia Braga - "Bicho exportado e sem memória"

Apesar de ter esquecido das suas raízes, Sonia Braga ainda é o nome paranaense mais famoso do mundo artístico e um dos nomes brasileiros de maior sucesso em Hollywood. Se ja falaram até que ela esqueceu que é brasileira, imagina se ainda lembra que é do interior do Estado do Paraná? Broncas à parte, Sonia Braga, queira ou não é também "Bicho do Paraná" e como tal, merece seu espaço aqui...

Biografia: (www.soniabragaonline.com)

Sonia Maria Campos Braga nasceu em Maringá, interior do Paraná, em 8 de junho de 1950. É a quinta filha de uma família de sete irmãos. Após o falecimento do pai, sua família perdeu quase tudo. Enquanto a mãe e os irmãos mais velhos trabalhavam, Sonia e a irmã, Maria, faziam a limpeza da casa. O primeiro convite para fazer televisão veio do diretor Vicente Sesso para representar uma princesa no programa infantil Jardim Encantado.

Sonia trabalhou como recepcionista e foi secretária em um Buffet. Conheceu o cabeleireiro Antonio Carlos que a indicou para um teste de modelo na revista Claudia. Não passou, mas conheceu duas pessoas que marcariam sua carreira: o cantor Ronnie Von, que a convidou para trabalhar em seu programa na TV (Sonia lia as cartas dos fãs do cantor) e José Rubens Siqueira, diretor teatral, que na época a dirigiu num curta-metragem, Atenção, Perigo!

Pelas mãos de José Rubens, Sonia foi parar em Santo André, onde estreou aos 17 anos na peça Jorge Dandin. Já na capital, entrou no da primeira montagem brasileira do musical de maior sucesso na Inglaterra, Hair. No mesmo ano, o cineasta Rogério Sganzarla, escalou-a para o filme O Bandido da Luz Vermelha, em 1969.

No começo da década de 1970, Sonia Braga participou dos filmes A Moreninha e Cléo e Daniel e da novela Irmãos Coragem (1970). Mas foi como Flávia em Selva de Pedra que Sonia começou a ser notada pelo público e pela crítica. Em 1974 conseguiu um bom papel em Fogo Sobre Terra e atuou em diversos especiais. Fez mais cinema (Capitão Bandeira contra o Dr. Moura Brasil e Mestiça, a Escrava Indomável) e participou do programa infantil-educativo Vila Sésamo (TV Cultura/TV Globo).

No final de 1974, a TV Globo buscava a atriz ideal para viver Gabriela, protagonista da novela baseada na obra de Jorge Amado. Após verem um vídeo da Sonia, a cúpula da Rede Globo concordou. Sonia seria Gabriela. Após a novela Gabriela, Sonia virou um dos maiores símbolo sexual do Brasil. No ano seguinte substituiu Débora Duarte na peça A Teoria na Prática é Outra, atuou no filme O Casal, com direção de Daniel Filho e foi escalada para o papel que a projetaria internacionalmente, Dona Flor, papel título da obra de Jorge Amado Dona Flor e Seus Dois Maridos.

Sonia Braga voltou a TV Globo no papel na novela Saramandaia. De1977 para 1978, Sonia aparecia novamente na televisão, fazendo a Cíntia Levi em Espelho Mágico. Voltou aos cinemas no polêmico A Dama do Lotação, filme baseado na obra de Nelson Rodrigues. E no mesmo ano virou mania nacional, estourando como a ex-presidiária Julia Matos em Dancin’ Days.

Em 1980, Sonia voltou à TV sem os ares de mulher fatal, no papel de Gely, na novela Chega Mais. Mas nos cinemas continuou a seduzir com o filme Eu Te amo. Logo após a apresentação de Eu Te Amo, em 1981, no Festival de Cannes, o crítico de cinema da revista Newsweek, Jack Kroll, saúdo-a dizendo que Sonia era “algo inteiramente novo nas telas, a primeira atriz de verdade pós-Sofia Loren”. Elogiou ainda, sua beleza extraordinária, a veia cômica e a coragem sexual, “capaz de anular o Marlon Brando em O Último Tango em Paris”.

A primeira vez que Sonia foi para os Estados Unidos não foi em busca de emprego. Foi atendendo a um convite da Metro Goldem Mayer para filmar Gabriela. Sonia voltou a interpretar a personagem de Jorge Amado que a transformou em estrela no Brasil. Só que seu par romântico no filme agora era o italiano Marcelo Mastroiani.

Em 1984, com o filme O Beijo da Mulher Aranha (ao lado de William Hurt e Raul Julia), Sonia teve a possibilidade de encarar novos desafios e se dispôs a disputar o mercado internacional. Seus três curtos papéis em O Beijo da Mulher Aranha provocaram alguns suspiros entre a população masculina e as quatro indicações para o Oscar que o filme recebeu, ajudaram a aumentar as atenções sobre ela.

Em 1986, apareceu no papel de professora de matemática do filho de Bill Cosby, em um episódio do The Cosby Show, o programa do horário nobre de maior sucesso na televisão americana naquela época e foi convidada para ser uma das apresentadoras na maior de todas essas festas, a entrega do Oscar. Sua presença no Dorothy Chandler Pavillion, diante de 1 bilhão de pessoas que assistiram à cerimônia no mundo inteiro pela televisão, foi muito breve, mas suficiente para lhe dar celebridade instantânea.

Com o lançamento do filme de Robert Redford, Rebelião em Milagro, Sonia começou a aparecer com mais freqüência na televisão americana, falando sobre tudo, de política, amor e sexo.

Ao lado de Richard Dreyfous e Raul Julia voltou ao Brasil para filmar Luar Sobre Parador. O filme, com direção de Paul Mazuzki, contava a história de um ator que é contratado para substituir um ditador. Sonia fazia o papel da amante do ditador e graças a este papel recebeu uma indicação ao Globo de Ouro.


A seqüência de trabalhos posteriores não foi assim tão esplendorosa. Filmes como “A Última Prostituta”, “Mil Elos – O Preço da Liberdade” e “Rookie – Um profissional em Perigo” tiveram uma pálida resposta de público e crítica. Mas não impediu de, em 1991, receber convites para campanhas publicitárias, entre elas, do cartão American Express, em fotos de Annie Leibowitz, nos quais ela parecia uma deusa do Saara.

Sonia Braga voltou para o Brasil para fazer Tieta. O filme contou com a direção de Cacá Diegues, música composta por Caetano Veloso e cantada por Gal Costa, o resultado não poderia ser outro, a super-produção nacional foi um sucesso.

Em 1998 Fez uma pequena participação na novela de Gilberto Braga, Força de um Desejo e, ainda no Brasil, deu uma passagem no cinema nacional, fazendo um pequeno papel em Memórias Póstumas de Brás Cubas.

Nos Estados Unidos, Sonia Braga pode ser vista nas telas do cinema em Olhar de Anjo. Desta vez como mãe da atriz e cantora Jennifer Lopes. Sonia trabalhou na terceira parte da trilogia Um Drink no Inferno. No filme, produzido por Quentin Tarantino, Sonia era uma vampira. Na TV, fez a amante de Kim Catral em Sex and The City: sucesso total.

Com uma carreira com muitos altos e baixos e diversas participações na TV, Sonia Braga volta a fazer uma novela inteira no Brasil, após 26 anos sem atuar na televisão nacional. Em Páginas da Vida Sonia foi Tonia Werneck, escultora de muito sucesso no exterior que volta para o Brasil para fazer sua primeira exposição no país. A personagem foi o grande retorno de Sonia na teledramaturgia brasileira.

Com o término das gravações de Páginas da Vida, Sonia Braga foi contratada como um dos nomes de peso da adaptação do seriado americano Desperate Housewives. Na série Sonia era Alice Monteiro, que se mata no primeiro episódio e passa a narrar a história das amigas. No final de 2008 foi para os Estados Unidos gravar “An Invisible Sign of My Own” ao lado da atriz Jessica Alba. O filme deve ser lançado e meados de 2009.

Para ficar bem no mercado das celebridades, e competir com as “louras” efêmeras, Sonia Braga passou a se cuidar mais. Fez um retoque na clínica do cirurgião plástico Ivo Pitanguy. Além da parte estética, cuida muito da saúde e procura ter uma alimentação saudável, não dispensa um cafezinho e não larga seu notebook macintosh em casa de jeito nenhum. É chique e vintage, mas não dispensa uma roupa informal nas horas de folga.

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Letícia Sabatella - um belo e talentoso "Bicho Adotado"


Letícia Sabatella não é paranaense de nascimento, mas de coração, por ter vivido em Curitiba dos 4 aos 20 anos, cresceu, estudou e começou a carreira em Curitiba, se tornando um verdadeiro "Bicho Adotado" do Paraná. Sua família ainda mora em Curitiba, motivo pela qual Letícia sempre está poraqui, participando de campanhas sociais, como a do agasalho da Provopar, sem cobrança de cachê.

Letícia Sabatella nasceu em Belo Horizonte, capital mineira, em 8 de março de 1971. Seu pai é um engenheiro de uma usina elétrica. Por causa da profissão do pai, a família se mudou, quando Letícia estava com dois anos apenas, para a cidade mineira de Volta Grande. Viver aí a fez gostar de mato,de plantas, de vida simples. Mas ela começou a estudar teatro, quando a família transferiu-se para Curitiba. Fez curso de balê e teatro. Ela fez, porém, só dois anos de teatro, pois resolveu fazer um teste na TV Globo e foi aprovada.

Foi , logo a seguir, chamada para fazer o seriado: "Os Homens Querem Paz", em 1991. Nesse mesmo ano fez a novela: "O Dono do Mundo". Depois participou de vários capítulos de: "Você Decide". Em 93, fez a minissérie:"Agosto". Em 94 participou da novela: "74.5 - Uma Onda No Ar (Rede Manchete)". Em 95 fez: "Irmãos Coragem". Em 98: "Torre de Babel". Em 2000, a minissérie: "A Muralha". Em 2001, a novela: "Porto dos Milagres" e ainda a novela: "O Clone". Em 2004 participou da Minissérie "Um Só Coração". No começo de 2005 fez: "Hoje é Dia de Maria", quando menina. E no final de 2005, fez: "Hoje é Dia de Maria", quando adulta. Os dois foram seriados muito elogiados, por serem muito ternos e doces, sendo que Letícia se encaixa bem nesses tipos de trabalho. Em 2006, Letícia fez a novela: "Páginas da Vida"e em 2007: "Desejo Proibido".
Todos esses trabalhos de Letícia Sabatella (menos a 74.5) foram realizados na Rede Globo de Televisão.

Em cinema em 1994, Letícia Sabatella fez o filme: "Dente Por Dente". Em 97: "Decisão". Em 98: "Bela Donna". Em 99: "O Tronco". Em 2001: "O Xangô de Baker Street". Em 2002: "Durval Discos". Em 2003: "Chatô, O Rei do Brasil". Em 2004: "Vestido de Noiva". Em 2007: "Não Por Acaso". E em 2008 Letícia Sabatella fez : "Os Palhaços Sagrados da Tribo Krahô".

Letícia Sabatella, moça bonita e sensível, passou por três grandes experiências dolorosas, que, no entanto, lhe deram amadurecimento, segundo ela própria diz. O primeiro foi o falecimento por leucemia de um namorado da adolescência. O segundo, o nascimento prematuro de sua filha Clara, que fez com que ela ficasse quatro meses dentro do hospital, à espera da recuperação da criança. E o terceiro foi o fim de seu casamento com Ângelo Antônio. Com isso Letícia procurou ajuda espiritual e acha que conseguiu crescimento individual. Letícia tem também muita consciência política, pois conviveu com os indíos Krahôs, em Tocantins, como se fosse um deles. Acampou com integrantes do Movimento dos Sem Terra. Conheceu e conviveu com Frei Beto e Herbert de Souza, quando percebeu que seu nome e sua celebridade poderiam ser úteis às causas dos desprivilegiados . E ela se juntou à várias entidades e a vários movimentos sociais, entre eles a Campanha do Agasalho da Provopar, citado acima.


Novela Caminho das Índias:
Letícia é Yvone, mulher bela e sedutora, é um verdadeiro lobo em pele de cordeiro, uma psicopata. Parece generosa, mas passa por cima de todos para atingir seus objetivos, sem deixar rastros da devastação que causa. Amiga de adolescência de Silvia, Yvone a trai com Raul, virando sua vida de cabeça para baixo.





Links:
Biografia Completa de Letícia Sabatella

Comunidade da Letícia Sabatella no Orkut

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Não confunda Schulmann com Schunemann

Os irmãos Schumann

Muita gente pode confundir Werner Schumann com o quase homônimo Werner Schunemann, ator gaúcho que ficou conhecido ao atuar em A Casa das Sete Mulheres, na Globo. Porém, Werner Schumann, é paranaense de Curitiba e trabalha quase sempre com seu irmão gêmeo Willy. Conheci os dois durante uma oficina de direção e roteiro em Curitiba, no final dos anos 80, desde então tenho acompanhado os irmãos Schulmann em seus trabalhos para o cinema e a televisão.

Werner Schumann nasceu em Curitiba em 3 de janeiro de 1965.


Biografia
Nos anos 80 estudou fotografia, roteiro e montagem pela Fundação Cultural de Curitiba (Cinemateca Guido Viaro) e começou sua carreira dirigindo filmes experimentais em super 8.

Nos anos 90 dirigiu “Pioneiros do Cinema” (Vencedor do Prêmio do Governo do Estado do Paraná e vencedor do Tatu de Ouro de Melhor Ficção na XXI Jornada Internacional de Cinema da Bahia); “De Bona-Caro Nome” documentário com a participação de José Wilker (vencedor do Prêmio Fiat do Brasil), “Ervilha Da Fantasia”, documentário sobre o poeta Paulo Leminski; além de curtas-metragens experimentais como “VOLK!”, (vencedor do Curitiba Arte 10), “Trabalho de Parto” e “O Poeta e a Rainha” (Seleção Oficial Festival de Oberhausen, Alemanha).

Também produziu inúmeros curtas-metragens e dirigiu programas de TV, comerciais e vídeo clips, dentre eles “A Bruma e o Breu” (Prêmio Saul Trumpet de Melhor Vídeo do Ano em 97).

Em 2001 co-produziu e co-dirigiu a comédia romântica “Onde Os Poetas Morrem Primeiro”,seleção oficial Chicago Latino Film Festival (EU), Seleção Oficial Cine Ceará (Brasil).

Entre 2005 e 2006 dirigiu três filmes de longa-metragem: “O Coro”, “A Dimensão e “Sol na Neblina”.

Ao lado de seu irmão gêmeo, Willi - e mais os amigos Paulo Friebe, Bolinha (Altenir José Silva), 24 anos; Palito (Nivaldo Lopes), 28, Werner Schumann integra a nova safra de cineastas curitibanos. Formados em cursos promovidos na Cinemateca, realizando seus curtas com recursos próprios, oposicionistas ao domínio que a sensual Berenice Mendes vem exercendo na secção do Paraná da Associação Brasileira de Documentaristas, este novo grupo tem já um expressivo trabalho. São filmes em super-8 - a partir de "Os Jacobinos", primeiro longa (100 minutos) em super-8, realizado no Paraná, curtas levados a festivais nacionais e, agora, partindo para os recursos do vídeo, começam a acontecer fora de Curtiiba. Em novembro, na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema-RJ, Werner e Altenir Silva levarão os seus tapes para o público carioca: "Ervilha da Fantasia", focalizando o múltiplo Paulo Leminski e "A Revolução dos Brasis", livremente inspirado em Emílio de Menezes - interpretado por Paulo Friebe.



Willy Schumann.

É autor de vários vídeos e filmes, alguns deles em parceria com seu irmão Werner Schumann.


Atuação no cinema

Em 1997, Willy co-dirigiu o curta-metragem Trabalho de parto, sobre dança e artes plásticas, coordenado pela artista plástica paranaense Cláudia Guimarães; este filme integra o acervo do Centro Georges Pompidou de Paris.

Em 1990, realizou com o irmão Werner o documentário De Bona - Caro nome, sobre a obra do pintor Theodoro De Bona, e que contou com a participação do ator José Wilker.

Co-produziu, roteirizou e dirigiu, em parceria com o irmão Werner, o longa-metragem Onde os poetas morrem primeiro, uma comédia romântica que aborda as dificuldades do relacionamento humano nas grandes metrópoles, e que fez parte da seleção oficial do XI Cine Ceará – Festival Nacional de Cinema e Vídeo.

Atuação na televisão

Participou do seriado de televisão Pista Dupla, em 22 capítulos, apresentado pela rede CNT.

Dirigiu também vários programas de televisão, entre eles o Programa Cadeia, em rede estadual, e o programa humorístico Pirados & Perdidos, em São Paulo.

Prêmios

* Prêmio Estímulo Concorrência Fiat do Brasil - pelo documentário De Bona caro nome, sobre a obra do pintor Theodoro De Bona, e com a participação do ator José Wilker, no início da década de 1990.
* Prêmio Estímulo, do Governo do Estado do Paraná - pelo telefilme Pioneiros do cinema, uma comédia que homenageia os cineastas pioneiros do sul do Brasil, em 1994.
* Prêmio Tatu de Ouro de Melhor Ficção, na XXI Jornada Internacional de Cinema da Bahia - por Pioneiros do cinema, exibido pela rede CNT.
* Prêmio Saul Trompete de Melhor Clip do Ano - pelo videoclipe A Bruma e o breu, título homônimo da canção do CD Um lugar ao sol, de Luciano Rosa.

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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Sicupira, craque do campo e do microfone

Ele foi um verdadeiro craque com a bola nos pés, hoje é craque com o microfone nas mãos, comentarista da Rádio Banda B e da Tv Transamérica, Sicupira mostra que conhece tudo de futebol.

Nome: Barcímio Sicupira Júnior.

Nascimento: Lapa (PR), 10.05.1944
Posição: meio-campo
Clubes: Ferroviário, Botafogo, Botafogo-SP, Atlético e Corinthians.
No Atlético: 1968 a 1976. Campeão paranaense em 1970.

"O craque da 8". É assim que muitos atleticanos resumem a trajetória de Sicupira no rubro-negro. Como se ele houvesse sido o único jogador a ter vestido essa camisa. O eterno dono da camisa número 8. E não é por acaso. Em oito anos de Atlético, Sicupira marcou 154 gols, tornando-se o maior artilheiro da história do clube. A partir do momento em que vestiu as cores rubro-negras, deixou a sina de que o craque do time seria o dono da 8.

Barcímio Sicupira Júnior passou a infância dentro da Baixada, participando de torneios amadores promovidos pelo Atlético. Porém, por influência paterna, afastou-se do clube, iniciando a carreira profissional no Ferroviário. Em 64, foi jogar no Botafogo, no super-time que contava com estrelas como Garrincha, Didi, Zagalo e Nilton Santos. E, convivendo com tantos craques do futebol brasileiro, Sicupira foi logo aprendendo as lições e os atalhos para se consagrar como um dos maiores jogadores da história do Atlético.

Em 1966, transferiu-se para o Botafogo de Ribeirão Preto. Dois anos depois, um médico torcedor do Coritiba fez o convite para que ele voltasse para a capital paranaense. A proposta tentadora motivou o jogador. Mas, como o grupo coxa-branca estava muito envolvido com a disputa do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, não deu importância ao projeto de craque. Certamente, arrependeram-se anos depois...

Seu passe acabou sendo adquirido pelo atleticano Airton Araújo, que o doou para o clube. Com a camisa atleticana, Sicupira viveu a glória no esporte. Acostumado aos grandes times, manteve a tradição integrando a "seleção" montada por Jofre Cabral e Silva, ao lado de Djalma Santos, Bellini, Zé Roberto, Nilson, Dorval. Um timaço.

Logo em sua estréia no Atlético, deu o cartão de visitas para o torcedor, deixando a certeza de que ali nascia um dos maiores craques da história do clube. Era o dia 2 de setembro de 1968, num jogo contra o São Paulo, na Vila Capanema. Sicupira marcou, de bicicleta, o primeiro dos 154 gols que marcaria com a camisa atleticana, garantindo o empate por 1 a 1. E essa foi apenas a primeira pirotécnica protagonizada por ele, especialista em fazer jogadas que chamavam atenção da torcida: gols de voleio, peixinho, calcanhar, bicicleta, sem-pulo, virada, de cabeça, perna direita, esquerda... Tudo parecia muito simples quando caía em seus pés.

Apesar dos muitos gols que marcou pelo Atlético, Sicupira conquistou apenas um título pelo clube, o Paranaense de 1970, quando marcou 20 gols e foi o artilheiro da competição. Em 72, repetiu a dose, marcando 29 gols e sagrando-se o principal goleador do Estado.

Naquele mesmo ano , o Atlético decidiu emprestar os gols do craque ao Corinthians, para a disputa do Campeonato Brasileiro. Retornou ao Furacão, onde encerrou a carreira em dezembro de 75. Depois que pendurou as chuteiras, decidiu exercer a profissão de professor de educação física. Em 78, teve uma meteórica passagem como treinador do Atlético, mas preferiu seguir a carreira de comentarista esportivo.

Por causa da profissão de cronista, Sicupira vive uma relação distante, apesar de muito próximo, do clube. Preferiu adotar a postura da imparcialidade do que a do comentarista-torcedor. Em 2003, foi homenageado pelo clube com o "Projeto Sicupira", que leva para diferentes regiões do Estado escolinhas de futebol para colher futuros craques atleticanos. Se as estrelas lapidadas seguirem os passos do padrinho do programa, certamente o futuro do Atlético será reservado por belas jogadas e gols espetaculares.

Sicupira foi eleito para integrar a seleçao dos 80 Anos do Atlético.

Fonte: furacao.com


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